Segurança de Processos

Segurança de Processos

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Objetivo

Gerenciamento de Segurança de Processos visa à redução de riscos de acidentes na indústria com um sistema de gestão focado na prevenção, prontidão, mitigação e resposta. Para assegurar que novos perigos não sejam introduzidos e que os riscos existentes para os empregados, para comunidade e para o meio ambiente não sejam aumentados. O curso adota como referencial de estruturação o modelo de Segurança de Processos Baseada em Risco (Risk Based Process Safety – RBPS), do Center for Chemical Process Safety (CCPS), organizado em quatro pilares e vinte elementos.

Perfil do Especialista

Profissional capacitado desenvolver plano de ação do gerenciamento de Risco. Descrever e analisar métricas relacionadas à segurança de processos. Realizar auditorias internas do Sistema de Gestão. Avaliar a condição atual ou identificar degradação do equipamento, testar a operacionalidade e funcionalidade. Efetuar o registro de resultados técnicos. Identificar e quantificar os riscos de acidentes. Conduzir equipe Manutenção. Emitir parecer técnico e controle de falhas. Estabelecer estratégias e políticas de manutenção e segurança. Gerenciar os prestadores de serviço, partes interessadas e gestão da mudança. Desempenhar as atividades de assessoria e consultoria na prevenção, investigação, analise de acidentes, contingência e emergência empregados na indústria de petróleo, petroquímica e de gás natural.

Programa

Carga Horária: 360h

  • Fundamentos e evolução da segurança de processos. Segurança de Processos Baseada em Risco (Risk Based Process Safety – RBPS): estrutura de quatro pilares e vinte elementos.
  • Pilar I – Comprometimento com a segurança de processos: cultura de segurança de processos; conformidade com padrões; competência em segurança de processos; envolvimento dos trabalhadores; alcance às partes interessadas.
  • Pilar II – Entendimento dos perigos e do risco: gestão do conhecimento do processo; identificação de perigos e análise de riscos.
  • Pilar III – Gestão do risco: procedimentos operacionais; práticas seguras de trabalho; integridade de ativos e confiabilidade; gestão de contratadas; treinamento e garantia de desempenho; gerenciamento de mudanças; prontidão operacional; condução das operações e disciplina operacional; gerenciamento de emergências.
  • Pilar IV – Aprendizado com a experiência: investigação de incidentes; métricas e indicadores; auditorias; análise crítica pela gerência e melhoria contínua. Implantação do sistema de gestão de segurança de processos: escopo, matriz de responsabilidades, documentação, interfaces com o sistema de gestão integrado e com o Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) da ANP. Risco do processo e disponibilidade de recursos. Compromisso da liderança com a segurança e cumprimento das normas.

  • Sistemas de gestão de segurança de processos: finalidade, escopo, estrutura e ciclo de vida.
  • Modelos de referência: Segurança de Processos Baseada em Risco (RBPS/CCPS), Process Safety Management da OSHA (29 CFR 1910.119) e o Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) da ANP.
  • Política de segurança de processos, liderança e responsabilidades.
  • Competência em segurança de processos: matriz de competências por função, identificação de lacunas, plano de desenvolvimento e continuidade de pessoal-chave.
  • Envolvimento dos trabalhadores: participação nas análises de perigos e nas investigações de incidentes, canais de reporte, tratamento de sugestões e prerrogativa de interromper tarefa insegura.
  • Treinamento e garantia de desempenho: levantamento de necessidades, matriz de treinamento, qualificação e requalificação de operadores e mantenedores, verificação da eficácia do treinamento e registro de competência.
  • Análise crítica pela gerência e melhoria contínua: periodicidade e pauta, entradas e saídas, análise de indicadores e metas, tratamento e acompanhamento de ações, aplicação do ciclo PDCA à segurança de processos.
  • Documentação, controle de registros e gestão da informação do sistema.
  • Interfaces com o sistema de gestão integrado (ABNT NBR ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001) e com os requisitos regulatórios aplicáveis.
  • Avaliação de maturidade do sistema de gestão e autoavaliação.
  • Estudos de caso de acidentes maiores em que a falha do sistema de gestão foi causa contribuinte.

  • Identificação de desvios por fatores humanos: ações e omissões de operadores, erros de diagnóstico, violações de procedimentos, interface homem-máquina (IHM), e comunicação.
  • Avaliação das consequências de desvios por fatores humanos: falha na detecção e resposta a alarmes, ações de mitigação ineficazes e escalada de eventos.
  • Utilização de ferramentas e técnicas de fatores humanos no HAZOP: listas de verificação de fatores humanos, análise de tarefas.
  • Análise dos modos de falha e efeitos do erro humano – (HFMEA).
  • Desenvolvimento de recomendações de segurança focadas em fatores humanos: melhorias em procedimentos, treinamento e competência, design da interface homem-máquina, gerenciamento da carga de trabalho e fadiga, melhoria da comunicação, projeto de tarefas e cultura de segurança.

  • Partes interessadas em segurança de processos: identificação e mapeamento da comunidade do entorno, do poder público e dos órgãos reguladores, dos órgãos ambientais, do corpo de bombeiros e da defesa civil, de clientes, fornecedores e contratadas, de entidades sindicais, da imprensa e das associações setoriais.
  • Matriz de poder e interesse e priorização do relacionamento.
  • Comunicação de risco: princípios, percepção de risco, assimetria de informação, linguagem e construção da mensagem.
  • Programa de relacionamento com a comunidade: canais permanentes, visitas e audiências públicas, comunicação de emergência à população, sistemas de alerta e articulação com o Plano de Auxílio Mútuo (PAM) e com a defesa civil.
  • Divulgação de informações de segurança de processos e limites da confidencialidade.
  • Relacionamento com o órgão regulador: obrigações de comunicação, notificação de incidentes e atendimento a exigências.
  • Comunicação em situação de crise: porta-voz, mensagens-chave, mídias sociais e preservação da reputação institucional.
  • Consulta e participação dos trabalhadores e de seus representantes conforme a ABNT NBR ISO 45001.
  • Registro, tratamento e resposta às manifestações das partes interessadas.
  • Indicadores de relacionamento com partes interessadas.
  • Estudos de caso de acidentes de processo com repercussão sobre a comunidade e sobre a licença de operar.

  • Conceitos de risco, perigo, atividade, tarefa.
  • Revisão de Segurança.
  • Gerência de Riscos: Análise e avaliação de riscos; tratamento de riscos.
  • Prevenção, eliminação ou redução, retenção ou transferência.
  • Técnicas de Analise de Riscos: Métodos quantitativos gerais e detalhados.
  • Inspeção de Riscos.
  • Prevenção de perdas.
  • Conceitos da norma ISO 45001:2018.

  • Análise e Gerenciamento de Riscos.
  • Ferramentas Gerenciais de Controle: EAR e PGR.
  • Medidas Preventivas e Mitigadoras.
  • Ferramentas; APR (Análise Preliminar de Risco), AST (Análise de Segurança da Tarefa), HAZOP, FMEA, PT (Permissão para Trabalho) e Mapa de Risco.
  • Boas Práticas de Segurança na Indústria.
  • Máquinas e Equipamentos; Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva.

  • Análise de camadas de proteção.
  • Ações críticas de segurança.
  • Análise de risco.
  • Análise de Perigos de Processo (APP).
  • Avaliação dos perigos.
  • Avaliação quantitativa de risco de processos químicos.
  • Sistema básico de controle de processo.
  • Camadas de proteção.
  • Cenários.
  • Consequências.
  • Elemento final de controle.
  • Equipamento crítico de segurança.
  • Evento. Modo comum.
  • Frequência. Impacto.
  • Camada de Proteção independente.
  • LOPA.
  • Mitigação.
  • Prevenção.
  • Probabilidade.
  • Risco, salvaguarda.
  • Sensor.
  • Sistema instrumentado de segurança.
  • Validação.
  • Verificação.

  • Procedimentos operacionais como camada de controle do risco e sua relação com as análises de perigos.
  • Tipos de procedimento: partida inicial, operação normal, operação em condições anormais, parada normal, parada de emergência, retorno de parada e operação temporária.
  • Limites operacionais seguros, consequências do desvio e ações corretivas exigidas.
  • Elaboração de procedimentos: estrutura, linguagem, nível de detalhe adequado ao usuário, uso de listas de verificação, sistemas de dupla verificação e advertências de segurança.
  • Ciclo de vida do procedimento: validação em campo, aprovação, controle de versões, revisão periódica, disponibilidade no posto de operação e vínculo obrigatório com o gerenciamento de mudanças.
  • Passagem de turno e comunicação entre turnos.
  • Registro de operação e livro de ocorrências.
  • Condução das operações e disciplina operacional: execução do procedimento como escrito, tratamento de desvios e de atalhos operacionais, normalização do desvio, ronda operacional, gestão de alarmes, controle de bypass e de inibições de proteções, e gestão de pendências de manutenção.
  • Auditoria de campo de procedimento e observação de tarefa.
  • Indicadores de disciplina operacional.
  • Estudos de caso em que a falha de procedimento ou de disciplina operacional foi causa contribuinte de acidente maior.

  • Segurança de Processos.
  • Camadas de Proteção – LOPA (Layer Of Protection Analysys).
  • Sistemas Instrumentados de Segurança – SIS.
  • Falha Critica, Nível de Integridade de Segurança, Probabilidade de Falha sob demanda, Fator de Redução de Riscos.
  • Confiabilidade de um SIS.
  • Desvios.
  • Gestão dos Desvios.

  • Aspectos legais e segurança na inspeção de equipamentos, Inspeção de Permutadores de Calor, Inspeção de Tubulações, Inspeção de Caldeiras.
  • Inspeção de Fornos, Inspeção de Torres de Refrigeração, Inspeção de Fabricação, Inspeção Baseada em Risco – RBI, Inspeção de Válvulas de Segurança, Inspeção de Dutos Terrestres e de Faixa, Atmosferas Explosiva.

  • Etapas da aplicação da confiabilidade;
  • Custos da manutenção e da produção em função da confiabilidade;
  • Classificação dos modos de falha;
  • Manutenção ( Preventiva, Preditiva, Detectiva, Engenharia de Manutenção, Manutenção Corretiva);
  • Curva da Banheira;
  • Parâmetros da confiabilidade;
  • TMPR –Tempo médio para reparos;
  • Análise de Árvore de Falhas – Elementos lógicos.
  • Análise Funcional;
  • Analise de Criticidade;
  • Analise de modo e efeito crítico de Falha;
  • Análise das Causas-Raízes de Falha.

  • Licitação e Contratação/Terceirização.
  • Regime Jurídico dos Contratos da Petrobras.
  • Licitação na Petrobras (critério de julgamento).
  • Execução Contratual; Subcontratação; Termo de recebimento; Aditivo; Encerramento.
  • Administração estratégica de serviços; Finanças para gestores de serviços; Gestão de custos em serviços.
  • Gestão de contratadas na ótica da segurança de processos, como elemento do RBPS: responsabilidades da organização contratante e da organização contratada.
  • Qualificação e seleção de contratadas segundo critérios de segurança, meio ambiente e saúde: histórico de desempenho, sistema de gestão, capacitação técnica e critérios de pontuação.
  • Pré-mobilização: requisitos de SMS no edital e no contrato, plano de SMS da contratada, documento de interface entre os sistemas de gestão (bridging document), análise de riscos das atividades contratadas, integração e treinamento das equipes.
  • Controle durante a execução do contrato: permissão para trabalho e práticas seguras de trabalho, comunicação de perigos entre contratante e contratada, gestão de mudanças em serviços contratados, controle de subcontratadas, inspeções e auditorias de campo.
  • Avaliação de desempenho: indicadores de segurança de processos e de segurança do trabalho aplicáveis a contratadas, tratamento de não conformidades, avaliação final do contrato e realimentação do cadastro de qualificação.
  • Requisitos legais aplicáveis: Lei nº 6.019/1974, com as alterações das Leis nº 13.429/2017 e nº 13.467/2017, e obrigações recíprocas entre organização contratante e organização contratada previstas na Norma Regulamentadora nº 1.

  • Conceito de Gestão de Mudanças (MOC – Management of Change).
  • Regulamentação e boas práticas associados à implementação dos procedimentos para gerenciar Mudanças.
  • Mudanças e tipos de Mudança.
  • Gerenciamento da segurança no processo em MOC, alteração nas condições originais dos processos, (Project Review) e possíveis impactos sobre segurança, saúde e meio ambiente.
  • Matriz de Responsabilidades.
  • Fluxograma de Mudança.
  • MOC no âmbito do RBPS.
  • Principais métricas em MOC.
  • Estudos de Caso.

  • Comissionamento, pré-operação.
  • Testes de Aceitação de Fabricação (TAF) Condicionamento, Preservação, Manutenção, Certificação de Aceitação Mecânica de Sistemas e Sub-sistemas (CCM de SOP e SSOP).
  • Testes de Aceitação de Performance (TAP), Termos de Transferências e Aceitação de Sistemas – TTAS 1 e 2, Testes de Confiabilidade, Testes de Desempenho da Instalação.
  • Revisão de Segurança Pré-Partida (PSSR – Pre-Startup Safety Review) como elemento de prontidão operacional do RBPS: objetivo e momento de aplicação; escopo em projetos novos, modificações e retorno de parada; listas de verificação; verificação da conclusão da construção conforme projeto, da adequação dos procedimentos operacionais e de emergência, do treinamento das equipes e do tratamento das recomendações das análises de perigos; registro de pendências, critérios de liberação para a partida e responsabilidades pela autorização.

  • Legislação e normas brasileiras.
  • Programas de proteção.
  • Química e física do fogo; Avaliação de carga-incêndio.
  • Análise dos processos industriais.
  • Sistema de detecção, alarme, sistemas fixos e móveis de combate a incêndio; Agentes extintores.
  • Rede de hidrantes.
  • Equipe de combate a incêndio.
  • Inspeções.

  • Conceituação de Acidente.
  • Prevenção de Acidentes e Sistema de divulgação de Boas Práticas de Segurança. Investigação, Análise, Comunicação e Registro de Acidentes (NBR-14.280, ANP).
  • Contingência e Emergência Operacional.
  • Hipóteses Acidentais.
  • Incêndio e Explosão.
  • Montagem de Cenários Acidentais.
  • Estratégias e Táticas de Resposta.
  • Resolução CONAMA 398/2008 – Plano de Emergência Individual – PEI.
  • Indicadores Proativos e Reativos de Contingência.
  • Indicadores de desempenho em segurança de processos segundo a API RP 754: indicadores antecedentes e de resultado; pirâmide de indicadores em quatro níveis – Tier 1, Tier 2, Tier 3 e Tier 4; critérios de classificação de eventos de perda de contenção primária, limiares de consequência e de custo, e regras de contagem; seleção, apuração e divulgação dos indicadores; relação entre os indicadores e o elemento métricas do RBPS.

  • NBR ISO 19011;
  • Tipos de Auditoria;
  • Etapas e Realização de Auditorias Internas e em Fornecedores;
  • Planejamento;
  • Preparação;
  • Responsabilidades do Auditor;
  • Condução das atividades;
  • Coleta de informações;
  • Constatações da Auditoria;
  • Identificação e o registro de não-conformidades;
  • Relatório de Auditoria;
  • Conclusão da auditoria, relatório, fechamento e follow-up.
  • Auditoria de sistemas de gestão de segurança de processos: protocolo de auditoria organizado por elemento do RBPS; planejamento do ciclo de auditorias cobrindo os quatro pilares; definição de evidências objetivas e de questões de auditoria por elemento; auditoria de conformidade e auditoria de eficácia; classificação das constatações; plano de ação, verificação da eficácia das ações e realimentação da análise crítica pela gerência.

  • Introdução à pesquisa, Métodos de estudo: fichamento, resenha, organização do trabalho científico, Trabalhos científicos: roteiro de pesquisa / Projeto de pesquisa / TCC.

Certificação

De acordo com a legislação do MEC em vigor, serão concedidos certificados de Pós-Graduação – Lato Sensu, Especialização ou MBA dos cursos ministrados pela Universidade Católica de Petrópolis aos alunos que obtiverem aproveitamento mínimo requerido (nota 7) em cada disciplina e seu Trabalho de Conclusão de Curso ( TCC) aprovado.

Aos alunos que não entregarem o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), será concedido certificado de Qualificação Profissional emitido pelo IPETEC – Instituto de Pesquisa, Educação e Tecnologia.

Coordenação

Carlos Roberto Dorneles

  • Mestrado em Engenharia Elétrica

Documentação necessária

  • Identidade e CPF
  • Certidão de nascimento ou casamento
  • Comprovante de Residência
  • Diploma de Graduação
  • Histórico da Graduação
  • Foto 3×4

Segurança de Processos

  • 24x de R$ 568,38 * Mensalidade até o dia 10
  • Taxa de matrícula: R$ 100,00 Mensalidade sem desconto: R$ 631,53
  • *Desconto de 10% para pagamento efetuado até o dia 10 de cada mês.

FAQ

A especialização, 100% EAD, foca no Gerenciamento de Segurança de Processos (PSM), voltado à prevenção, prontidão, mitigação e resposta a acidentes na indústria. O aluno aprende a identificar e quantificar riscos e a aplicar ferramentas como HAZOP, LOPA e FMEA, além de gerenciar mudanças (MOC), sistemas instrumentados de segurança (SIS/SIL) e integridade de equipamentos (RBI). Há forte aderência às indústrias de petróleo, petroquímica e gás natural.

É indicada a profissionais de nível superior da área de exatas, tendo como pré-requisito diploma reconhecido pelo MEC. Atende gerentes, empregados e trabalhadores contratados que buscam minimizar riscos de acidentes, e quem atua ou deseja atuar em segurança de processos, projetos, coordenação industrial e manutenção.

O egresso pode atuar no setor de segurança de processos na indústria de petróleo, petroquímica, gás e química, e em projetos, coordenação industrial e manutenção. Há espaço em assessoria e consultoria de prevenção e análise de acidentes, integridade e inspeção de equipamentos, confiabilidade, gestão de riscos e auditoria de sistemas de gestão.

Sim, os cursos são cadastrados no portal e-MEC, sistema oficial do Ministério da Educação e de acesso público. A Universidade Católica de Petrópolis é credenciada pelo MEC e possui nota 4.

Sim. O certificado é emitido diretamente pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP). O IPETEC atua como parceiro responsável pela gestão operacional e acadêmica dos cursos.

Não. As aulas ao vivo são uma oportunidade de interação, mas não são obrigatórias. Se tiver algum imprevisto, você pode assistir às gravações depois, sem prejuízo na frequência.